Criação

Em 23/01/2014, informalmente, começou a funcionar o Observatório da Liberdade Religiosa (OLIR).

Passado quase 1 ano do início das atividades, constatou-se a necessidade de sair da informalidade para (1) conferir maior credibilidade ao trabalho realizado; (2) possibilitar a realização de parcerias, com o objetivo de imprimir maior agilidade aos projetos; e (3) abrangência institucional.

Na noite de 08/01/2015, após mais de 1 mês de debates sobre as cláusulas que regeriam a nova entidade, fundou-se a pessoa jurídica do OLIR, elegendo seu presidente e vice para o quinquênio 2014-19, o advogado Bernardo Pablo Sukiennik e o engenheiro Tiago José Vicente, respectivamente.

 

Objetivos

  • Oferecer dados atualizados em nível municipal, estadual, e nacional, sobre a situação da liberdade religiosa no País;
  • Sistematizar a normativa que incide no exercício da liberdade religiosa;
  • Facilitar a investigação e a produção bibliográfica sobre a liberdade religiosa;
  • Realizar análise e diagnóstico de ameaças à liberdade religiosa por meio de restrições ou intolerâncias estatais ou privadas;
  • Atuar, judicial e extrajudicialmente, para que o direito à liberdade de pensamento, de consciência, de religião ou de convicções seja mantido e ampliado.

 OLIR não promove o diálogo inter-religioso, ecumênico ou discussões sobre rituais, tradições e práticas religiosas. Seu papel, como entidade sem fins lucrativos e sem subordinação a partidos políticos e organizações religiosas, é o de servir de instrumento para a elaboração de Políticas Públicas e facilitar a produção científica a favor da Liberdade Religiosa.

 

Nossos Princípios

Toda pessoa tem o direito de liberdade de pensamento, de consciência, de religião e de convicções. Esse direito inclui a liberdade de ter religião ou convicções à sua escolha, assim como a liberdade de manifestar sua religião ou suas convicções individual ou coletivamente, tanto em público como privadamente, mediante o culto, a observância, a prática e o ensino.